pensavamos ser todo
que bobagem
somos parte
ela falava em livre
recitava em arte
desconfiava que não eramos todo
estou certo de que somos parte
onde estaremos depois
o que queremos?
o que buscamos?
eis que de repente
por mim
nos encontramos
qual cordão que interage em cordel
qual papel que descreve a paisagem
qual imagem
movimento
qual cabelos presos
concebidos soltos
qual pedaço de vida
descoberto
absorto
eis que o mote
coincidente
revivo
encontro de vivos
uma bela homenagem
Coiote!
"quando eu canto que se cuide, quem não for meu irmão, o meu canto, punhalada, não conhece o perdão..." Baioque - Chico Buarque 1972
domingo, 10 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
Por vir
Pequenos...
nos somos pequenos perto da imensidão de sonhos
perto da rigidez
de toda
labuta
perto da escrita
da escuta
sim!
nós somos pequenos
e diante do desafio de viver
com sentido
de buscar o que não temos
de largar o que cremos
E se é mesmo verdade
somos nós que podemos
carregamos a história
e o que sabemos
já compõe
a memória
E se sofremos
se pasmados
se se quer entendemos
é porque é imensa a vida
e o desespero
as vezes
é a única saída
que temos
ao saber que sozinhos
pequenos
a nossa frente
a saudade
e tão perto
a imagem
distorcida e serena
se mostrando
senil
impotente
que pensamos:
ardentes
vale a pena!
E se
o que nos resta é pouco
eis que roucos
ao gritar por centenas
Estes foram
quando ainda não eram
Nos seremos
quando ainda não somos
se vivemos
é por que precisamos
se lutamos
é porque conhecemos
bem a frente
isto é certo
há um novo presente
esperançoso
a esperar
toda gente!
nos somos pequenos perto da imensidão de sonhos
perto da rigidez
de toda
labuta
perto da escrita
da escuta
sim!
nós somos pequenos
e diante do desafio de viver
com sentido
de buscar o que não temos
de largar o que cremos
E se é mesmo verdade
somos nós que podemos
carregamos a história
e o que sabemos
já compõe
a memória
E se sofremos
se pasmados
se se quer entendemos
é porque é imensa a vida
e o desespero
as vezes
é a única saída
que temos
ao saber que sozinhos
pequenos
a nossa frente
a saudade
e tão perto
a imagem
distorcida e serena
se mostrando
senil
impotente
que pensamos:
ardentes
vale a pena!
E se
o que nos resta é pouco
eis que roucos
ao gritar por centenas
Estes foram
quando ainda não eram
Nos seremos
quando ainda não somos
se vivemos
é por que precisamos
se lutamos
é porque conhecemos
bem a frente
isto é certo
há um novo presente
esperançoso
a esperar
toda gente!
sexta-feira, 1 de março de 2013
Prescrição poética
Certo que vivo
eis que ainda
penso
percebo o dissenso
entre o gosto e disgosto
entre o dito e o falado
entre o visto e tocado
é como se faltasse um punhado
de poesia
nesse caldeirão de magia
que nos liga
a existência
os olhos só veem esforço
paciência
persistência
esfregas
esfregas
e o que tens?
insistência
e quando o que vemos é posto em som
as palavras não medem
e o azul é marrom
a tristeza
é remédio
e o tédio
alimento
tentemos de novo
pois tá fraco
e é preciso sustento
com menos sal e um pouco mais
de memoria e poesia
humm...
o que temos?
- nostalgia
melhorou
siga em frente
um pouco mais
de bom senso
teoria
e coragem
ainda não prove
chame outros
mais gente
Feche os olhos e pode abusar da porção
quando abrir
se prepare
vai ser dura
a imagem!
eis que ainda
penso
percebo o dissenso
entre o gosto e disgosto
entre o dito e o falado
entre o visto e tocado
é como se faltasse um punhado
de poesia
nesse caldeirão de magia
que nos liga
a existência
os olhos só veem esforço
paciência
persistência
esfregas
esfregas
e o que tens?
insistência
e quando o que vemos é posto em som
as palavras não medem
e o azul é marrom
a tristeza
é remédio
e o tédio
alimento
tentemos de novo
pois tá fraco
e é preciso sustento
com menos sal e um pouco mais
de memoria e poesia
humm...
o que temos?
- nostalgia
melhorou
siga em frente
um pouco mais
de bom senso
teoria
e coragem
ainda não prove
chame outros
mais gente
Feche os olhos e pode abusar da porção
quando abrir
se prepare
vai ser dura
a imagem!
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