Intenso e brando
Da leveza de uma obra de arte
desnuda-se um som...
um cheiro...
e um leve aconchego
que sinto
ser parte
No horizonte...
as dúvidas
se chocam ardentemente
às margens
qual a espuma das ondas
ao abraçar a areia
Por tantas águas de passados
inconstantes
se revelam os mais distantes
e medonhos sonhos...
Em um semovendo
renitente
qual pêndulo
de passado e presente
à noite
os escombros duros pisados
por descalças e imprudentes almas
não superam o brilho forte
e encandecente do luar que que de pleno as envolve
Se quer dimensionam
a imensidão pontilhada
do universo
que só agora
entendem
um universo subvertido
Pois se antes pequeno, restrito
tornava-se, qual mágica
curioso, belo
e infinito
Ah... mas se essa pluralidade desconcertante de sentidos
que fere...
embriaga...
desproporciona
e magôa
desse lugar ao conforto
e ao calor do arrepio
que tanto povoa
um rubor
de memorias sangradas
de tudo que tento
que tento
em deleite
privar-me
Poderia ao menos
por um instante
ver-te dispersa
em calma
tal ar que respiro
Não sei
ao certo
ou de mais nada
E se a sua companhia um dia... me fizer falta
que cada verso escrito
conserve a imensidão do infinito
do ousado ao terno
do tempo
que é agora escrito
quando a imensa inquietude
da alma
se desnudar mansa
em sentido e brisa
No sossegar
perene
de uma lembrança
fulgurante
e tonta
Que seja o brando sabor
da advertência
em sinal
desiludido
e mesmo tarde...
esse imenso alarde
projete para os olhos de quem ama
a saudade de uma vida
que por tão contida
precisou...
careceu...
e padeceu...
só revelada
em seguida
Flaviano C. Cardoso
11/2017
"quando eu canto que se cuide, quem não for meu irmão, o meu canto, punhalada, não conhece o perdão..." Baioque - Chico Buarque 1972
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
HUMANA CONSCIÊNCIA
HUMANA CONSCIÊNCIA
Eis que uma alma aflita
interrompe o sossego
de uma vila
pacata
no meio da mata
lá
crianças brincam
e bradam gritos de alegria
jovens enamorados
Cintilam sonhos de amor em serenatas
e a alma aflita e sombria
traz uma pesada
e complexa energia
ela avista a vila
e depois de uma vida ao relento
ao ver naquela surpresa
um prato farto
vê-se salivando
eis que é certo saciar
se sua fome e sede histórica
voa para a vila
como quem está prestes a se jogar em
um mágico banquete
no entanto esbarra
em redoma
e sentida...
vê-se impotente
diante de tal obstáculo
sem qualquer
precedente
e fica toda desmontada
ao ver que aquela paisagem
que de tãoo bela poderia
ser o fim de sua longa viagem
do nada se vê tonta
em pancada à parede
e esta
ao deixar-te pasmado
aparenta exigir-te bem mais
de que um simples achado
Eis que ao solo
um bilhete revela
uma voz estrindente e voraz
ao bradar
que a alma terá
uma missão de verdade
e esta lhe seria exigida
antes que a desejada vontade
fosse então saciada
e eis a alma se sente pasmada
logo ela
que passou por montanhas
e ate por entranhas dos mais vivos e vorazes
seres
que passou pelos mares
tormentas
por batalhas sangrentas
logo ela
que em milhares de anos
acumulava tantos e tantos
saberes
mas a voz se empodera:
- pare! a missão é concreta!
e senão aceitar dê meia volta e volte a vagar
pois aqui
sem ela
não haverá nenhum deleite
Chega!! Disse a alma, diga logo qual seria a minha missão
verás que o meu poder irá destruir
tal qual o mais potente canhão
que um dia já vislumbraste em vida
verás em segundos
essa tal missão ser varrida
e se arrependerá de impor-me
tão inusitado teste
diga logo!
voz estranha
e rouca!
qual missão me restringe!
E a voz em tom confortavel e sublime
exalta o tom e exclama:
"Terás que ensinar a esse povo
tu que estas morta e há tantos anos perambula
as chegadas e partidas
terás que ensinar ao fim
qual seria o sentido das vidas
Somente após isto
e quando
por todos
se fizer compreendida
livre estarás
para o desejado banquete
Venha!
Dei-me agora o aceite
para que inicie sua missão
De outro modo reaja com um
"Não"
e se ponha ao longe
nos caminhos
que a tí conhecidos
e assim
rejeitando a parada
se ponha em retorno
à sua van cavalgada
Chocada...
Calada...
e embebida de confusos sentimentos
a alma pois a pensar por gerações
e manteve-se distante
em dispersa reflexão
pois-se a questionar-se
por que não dizer não?
mas algo surpreendentemente novo a incomodava
ela olhava aquele povo
e olhava denovo
e algo supreendente
a atenção lhe chamava
a cada casa
que ela via
por gerações e por séculos
muita coisa mudava
mas algo a perturbava
pois os comportamentos
a moral
e o papel social
daquelas pessoas
de um modo estranho e curioso
se perpetuava
Abismada
a alma analisou por alguns séculos
e séculos
e viu que pessoas lindas e sensíveis
irresistivelmente se encantavam
com uma moral senil
que por todo sempre
as condicionava
Agora...
Potente e em feliz em descoberta
eis que agora desperta
a alma se sentiu espectro
e, magicamente, percebeu
que a missão recebida
estava viva
e que depois de tamanha espera
com uma convincente exatidão
entendeu
que o que agora sabia não era seu
E que estava a altura
da antes rejeitada
agora horrosa
missão
descobriu entusiasmada
que depois de tanto tempo
que em vão
perambulava
Foi nessa observação
desesperada
que surgiu
um inusitado desvio
que deu um novo sentido
a uma busca há tanto tempo buscada
e que a verdadeira charada
estava na vila
estava nessa gente
contida
que se destruia
ao reproduzir
em logica
uma ultrapassada e tardia
moral
vazia
esta
agora revelada
descoberta
de modo potente
as destruía
ao tempo que as limitava
Nesse instante
por se sentir preparada
a alma gritou
Oh voz robusta e astuta
que com inusitada missão
me desafiou
Aqui estou!
Para acordar a empreitada!
Sinto-me forte, pois matei a charada!
E minha fome
só será saciada
se eu puder dar a esse povo
esta chave a chave!
Contra vidas trancadas!
Nesse instante...
Um sorriso estrondoso
irrompeu o horizonte!
Deleita e conforta-se Alma!
Alcançaste a ciência!
Neste instante
tu não mais existe!
Pois tornastes
após tanta paciência
.
HUMANA CONSCIÊNCIA
Eis que uma alma aflita
interrompe o sossego
de uma vila
pacata
no meio da mata
lá
crianças brincam
e bradam gritos de alegria
jovens enamorados
Cintilam sonhos de amor em serenatas
e a alma aflita e sombria
traz uma pesada
e complexa energia
ela avista a vila
e depois de uma vida ao relento
ao ver naquela surpresa
um prato farto
vê-se salivando
eis que é certo saciar
se sua fome e sede histórica
voa para a vila
como quem está prestes a se jogar em
um mágico banquete
no entanto esbarra
em redoma
e sentida...
vê-se impotente
diante de tal obstáculo
sem qualquer
precedente
e fica toda desmontada
ao ver que aquela paisagem
que de tãoo bela poderia
ser o fim de sua longa viagem
do nada se vê tonta
em pancada à parede
e esta
ao deixar-te pasmado
aparenta exigir-te bem mais
de que um simples achado
Eis que ao solo
um bilhete revela
uma voz estrindente e voraz
ao bradar
que a alma terá
uma missão de verdade
e esta lhe seria exigida
antes que a desejada vontade
fosse então saciada
e eis a alma se sente pasmada
logo ela
que passou por montanhas
e ate por entranhas dos mais vivos e vorazes
seres
que passou pelos mares
tormentas
por batalhas sangrentas
logo ela
que em milhares de anos
acumulava tantos e tantos
saberes
mas a voz se empodera:
- pare! a missão é concreta!
e senão aceitar dê meia volta e volte a vagar
pois aqui
sem ela
não haverá nenhum deleite
Chega!! Disse a alma, diga logo qual seria a minha missão
verás que o meu poder irá destruir
tal qual o mais potente canhão
que um dia já vislumbraste em vida
verás em segundos
essa tal missão ser varrida
e se arrependerá de impor-me
tão inusitado teste
diga logo!
voz estranha
e rouca!
qual missão me restringe!
E a voz em tom confortavel e sublime
exalta o tom e exclama:
"Terás que ensinar a esse povo
tu que estas morta e há tantos anos perambula
as chegadas e partidas
terás que ensinar ao fim
qual seria o sentido das vidas
Somente após isto
e quando
por todos
se fizer compreendida
livre estarás
para o desejado banquete
Venha!
Dei-me agora o aceite
para que inicie sua missão
De outro modo reaja com um
"Não"
e se ponha ao longe
nos caminhos
que a tí conhecidos
e assim
rejeitando a parada
se ponha em retorno
à sua van cavalgada
Chocada...
Calada...
e embebida de confusos sentimentos
a alma pois a pensar por gerações
e manteve-se distante
em dispersa reflexão
pois-se a questionar-se
por que não dizer não?
mas algo surpreendentemente novo a incomodava
ela olhava aquele povo
e olhava denovo
e algo supreendente
a atenção lhe chamava
a cada casa
que ela via
por gerações e por séculos
muita coisa mudava
mas algo a perturbava
pois os comportamentos
a moral
e o papel social
daquelas pessoas
de um modo estranho e curioso
se perpetuava
Abismada
a alma analisou por alguns séculos
e séculos
e viu que pessoas lindas e sensíveis
irresistivelmente se encantavam
com uma moral senil
que por todo sempre
as condicionava
Agora...
Potente e em feliz em descoberta
eis que agora desperta
a alma se sentiu espectro
e, magicamente, percebeu
que a missão recebida
estava viva
e que depois de tamanha espera
com uma convincente exatidão
entendeu
que o que agora sabia não era seu
E que estava a altura
da antes rejeitada
agora horrosa
missão
descobriu entusiasmada
que depois de tanto tempo
que em vão
perambulava
Foi nessa observação
desesperada
que surgiu
um inusitado desvio
que deu um novo sentido
a uma busca há tanto tempo buscada
e que a verdadeira charada
estava na vila
estava nessa gente
contida
que se destruia
ao reproduzir
em logica
uma ultrapassada e tardia
moral
vazia
esta
agora revelada
descoberta
de modo potente
as destruía
ao tempo que as limitava
Nesse instante
por se sentir preparada
a alma gritou
Oh voz robusta e astuta
que com inusitada missão
me desafiou
Aqui estou!
Para acordar a empreitada!
Sinto-me forte, pois matei a charada!
E minha fome
só será saciada
se eu puder dar a esse povo
esta chave a chave!
Contra vidas trancadas!
Nesse instante...
Um sorriso estrondoso
irrompeu o horizonte!
Deleita e conforta-se Alma!
Alcançaste a ciência!
Neste instante
tu não mais existe!
Pois tornastes
após tanta paciência
.
HUMANA CONSCIÊNCIA
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Reencontro
Vejo após distante
todos os que vivi em vida
todos os que olhava e sentia
quando a rebeldia contestante
me tomava a alma
lembro das experiencias
dos ardis
de tudo o que disperso
me tornou disperso
leve
e livre
a cada um que me atormenta
com lembranças de gozo e efêmera felicidade
dedico toda a minha idade
por todos e todas elas
por cada um por cada quem
em suas respectivas homenagens
é que desenho agora
em poesia
essa imagem
cuja lembrança
me dói mais
quero reviver com todos
mas sei contudo
que não mais serão
como eram
e se forem
quão delicioso
e quão importante será
essa oportunidade
agora
se possível
terei muito mais esmero
porque agora
como nunca dantes
sei
o quao importante
era navegar por esses mares
distantes
todos os que vivi em vida
todos os que olhava e sentia
quando a rebeldia contestante
me tomava a alma
lembro das experiencias
dos ardis
de tudo o que disperso
me tornou disperso
leve
e livre
a cada um que me atormenta
com lembranças de gozo e efêmera felicidade
dedico toda a minha idade
por todos e todas elas
por cada um por cada quem
em suas respectivas homenagens
é que desenho agora
em poesia
essa imagem
cuja lembrança
me dói mais
quero reviver com todos
mas sei contudo
que não mais serão
como eram
e se forem
quão delicioso
e quão importante será
essa oportunidade
agora
se possível
terei muito mais esmero
porque agora
como nunca dantes
sei
o quao importante
era navegar por esses mares
distantes
10/10/2017
sábado, 23 de setembro de 2017
Á Giu que seremos
Á Giu que seremos
FuGiu à lembrança por tanto tempo
à imagem de uma menininha linda
brilhando em feliz infância
dadas às delícias
daquelas que a crueldade da vida
ignora e distorce
alguém que encontro agora
e ja fala como mulher
ser humano precosse
com vida
em vida
que em busca
prediz o futuro
a menina de agora
se delicia com a vida
como jovem
astuta
lembro de tí
e fico feliz em verte
pois em tí o humano legado
que a tristeza pemaneça destraída
enquanto buscas as efêmeras experiências da vida
quando encontrar-te denovo
verei ao certo
que a humanidade converteu-se em ser
ficarei feliz por saber
quão pura
a potência que temos
que viva!
que verte!
que encontre o infinito!
pois em ti!
está as lembranças de danças que nunca entendeste!
em ti está a superação do que tanto quizemos
em tí está uma vida crivada de sentimentos
novos
são novas as dores e o saber
em tí está o que nunca podemos ser
mas por tí
já somos
e por sempre
seremos!
Flaviano
23/09/2017
FuGiu à lembrança por tanto tempo
à imagem de uma menininha linda
brilhando em feliz infância
dadas às delícias
daquelas que a crueldade da vida
ignora e distorce
alguém que encontro agora
e ja fala como mulher
ser humano precosse
com vida
em vida
que em busca
prediz o futuro
a menina de agora
se delicia com a vida
como jovem
astuta
lembro de tí
e fico feliz em verte
pois em tí o humano legado
que a tristeza pemaneça destraída
enquanto buscas as efêmeras experiências da vida
quando encontrar-te denovo
verei ao certo
que a humanidade converteu-se em ser
ficarei feliz por saber
quão pura
a potência que temos
que viva!
que verte!
que encontre o infinito!
pois em ti!
está as lembranças de danças que nunca entendeste!
em ti está a superação do que tanto quizemos
em tí está uma vida crivada de sentimentos
novos
são novas as dores e o saber
em tí está o que nunca podemos ser
mas por tí
já somos
e por sempre
seremos!
Flaviano
23/09/2017
domingo, 17 de setembro de 2017
Derradeiro
Derradeiro
humana negra
em eterna peleja
para desvendar o vazio
de uma vida massacrada
agora travestes de vingança
toda esperada esperança
que em dança
escolheu revelar-te
tão humano desafio
ah como eu queria...
queria que fosse o primeiro
sofro tanto por ser derradeiro
estes versos que em razão
lhe confio
menina de dar calafrios
vontade tão densa e imensa
para além dos brios almejados
logo tú que ostentas a historia calejada
de uma busca vadia
agora desvanece
à palida impressão
de um merecido alcance
da tao sonhada
liberdade tardia
oh presença crespa
de humanidade impar
quem dera um dia
libertas fosse
da imensa dor
que em síntese
faz-te escrava
de esmera e calibrada
ideologia
humana pérola
de encantos infinitos
quem dera despida dos traumas e atritos
poder-se verte
quão linda
seria
quem dera a vingança que ora que te empodera
fosse contra os acoites reais
dessa tal sociedade
que ao passo da idade
contra ela
e não contra ele
dedicastes a sua fúria
rebelde
que pena que em outra opção
te embebedes
desastradamente
a vida é limite
e os nossos frutos
são o mais belo convite
ao que resta de consciência
Eles reclamam
o que não vês
mas existe
e insistem
pelo amor da real existência
clamam tanto
que tenhamos
paciência
o que querem apenas
é o natural desfrutar
pois pra eles
somos nós
referências
neste ato
ao ver a potência
remissor chamaris
concluo atordoado
que a hora é do deixo-te
e em gritos
tormento
lamento o infinito
mas prossigo
pois sei que tal jazigo
há de ser lembrado
que todo esse amor um dia
há de ser regado
E que as lagrimas
que agora derramo
misturar-se-ão com o legado
de todo
que ao sentir
se fez carregado
que venha o primeiro
e que vivam
alguns poucos
mas futuros felizes
e que gozem o ardil
transitório fileiro
gozem em risos pasmados
gozem...
até o derradeiro
flaviano
17/09/2017
humana negra
em eterna peleja
para desvendar o vazio
de uma vida massacrada
agora travestes de vingança
toda esperada esperança
que em dança
escolheu revelar-te
tão humano desafio
ah como eu queria...
queria que fosse o primeiro
sofro tanto por ser derradeiro
estes versos que em razão
lhe confio
menina de dar calafrios
vontade tão densa e imensa
para além dos brios almejados
logo tú que ostentas a historia calejada
de uma busca vadia
agora desvanece
à palida impressão
de um merecido alcance
da tao sonhada
liberdade tardia
oh presença crespa
de humanidade impar
quem dera um dia
libertas fosse
da imensa dor
que em síntese
faz-te escrava
de esmera e calibrada
ideologia
humana pérola
de encantos infinitos
quem dera despida dos traumas e atritos
poder-se verte
quão linda
seria
quem dera a vingança que ora que te empodera
fosse contra os acoites reais
dessa tal sociedade
que ao passo da idade
contra ela
e não contra ele
dedicastes a sua fúria
rebelde
que pena que em outra opção
te embebedes
desastradamente
a vida é limite
e os nossos frutos
são o mais belo convite
ao que resta de consciência
Eles reclamam
o que não vês
mas existe
e insistem
pelo amor da real existência
clamam tanto
que tenhamos
paciência
o que querem apenas
é o natural desfrutar
pois pra eles
somos nós
referências
neste ato
ao ver a potência
remissor chamaris
concluo atordoado
que a hora é do deixo-te
e em gritos
tormento
lamento o infinito
mas prossigo
pois sei que tal jazigo
há de ser lembrado
que todo esse amor um dia
há de ser regado
E que as lagrimas
que agora derramo
misturar-se-ão com o legado
de todo
que ao sentir
se fez carregado
que venha o primeiro
e que vivam
alguns poucos
mas futuros felizes
e que gozem o ardil
transitório fileiro
gozem em risos pasmados
gozem...
até o derradeiro
flaviano
17/09/2017
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