(poesia coletiva - experiencia em sarau dos estudantes de santos na 'casa de família')
Com seu machado, frio
e metalizado
Surge um grito:
- A classe ao centro!
Façamos aqui a
revolução!
E mesmo que cause
arrepios
Não quero saber
Sinto falta do que
não vivi
Ela olha pro lado e
pergunta
E se?
É tudo tão amplo
Que as vezes
Encanto
Cego
Surdo
Ou tonto
Que forte esse pranto?
Que me deixa vivo
Coletivo
Tenho por hábito sair
à toa
Pensando versos
enquanto ando
Feito pássaro que
enquanto voa
Sente o prazer de
estar voando
E assim se segue
Até a próxima vez
Quando tudo recomeça
Poema coletivo
Folha acima da caneta
Ca
Ne
Ta
17 de outubro de 2009
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