" aos trabalhadores dos Correios e Bancos unidos em greve"
Decidiram parar
Por salários, emprego e direitos
cravados em faixas
e adesivos no peito
Foi o geito
E não é que cresceu?
Mas do que duvidavas?
já são poucas as cartas
encomendas paradas
pagamentos suspensos
preocupados
atentos
E até quando em cena
a imprensa-falácia
relato-desgraça
nem de longe disfarsa
não deforma o que penso
é que muitos
nestas ruas e praças
nós cantamos
sedentos
até que ouvimos
que silêncio de antes
como dantes
hoje está barulhento
nosso tempo
tempestade
não passa
sopra bem lá no fundo
o compromisso
é profundo
não tem trégua
lamento
Vai parar todo mundo
Pra acabar com a desgraça
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