São de todos e todas
as poesias
Não tem dono todos os anos
Que geraram sonhos cobertos de sono
Sempre que não puderam se realizar
Estes sentimentos, saudades, protestos
Homenagens e ensinamentos
Não podiam ser de ninguém
Que não de todos e todas
Que leram
Escreveram
Viveram
Os seus tormentos
E todos esses ventos
Os dias cinzentos
Aqueles sangretos
Todos que ouvimos ou vimos
Virão ou virarão
Sempre e nunca
Aquela nova-velha
Nossa poesia
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